
Para reduzir os juros do cartão de crédito, os bancos vão passar a cobrar uma taxa extra de estabelecimentos comerciais que venderem produtos parcelados sem juros. Pagará mais quem parcelar por um prazo maior.
Cliente que usa o crédito rotativo paga pelo que parcela
A medida está sendo discutida por Itaú, Bradesco, Banco do Brasil e Santander com o governo federal.
A alternativa passou a ser discutida há dois meses.Hoje, o lojista oferece o financiamento ao cliente, recebe o valor da compra a prazo, mas quem arca com o risco da inadimplência é o banco, emissor do cartão.
Segundo Roque Pellizzaro, presidente da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), a medida vai estimular o varejista a encurtar o parcelamento. "Enquanto as taxas eram altas e assimiláveis, era fácil embutir no preço dos produtos. Agora, as margens são menores e teremos que rever."
A proposta de acabar com as compras parceladas sem juros não evoluiu porque, se fosse extinta, o comércio resgataria o cheque pré-datado. A ideia é iniciar a cobrança, gradativamente, a partir do ano que vem para não comprometer o Natal. Ainda não há definição sobre como calcular esse risco que será dividido com os lojistas.
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