Siga-nos no Threads Siga-nos no TikTok Fale conosco pelo WhatsApp Siga-nos no Facebook Siga-nos no Instagram Siga-nos no X Siga-nos no Youtube

PLANTÃO /

Imprimir Notícia

Luta dos bancários no Maranhão: exemplo de compromisso e resistência

25/10/2010 às 00:00
SEEB/MA
A+
A-

        A campanha salarial dos bancários em 2010 foi caracterizada pela força da greve nacional que convocou os patrões para a negociação com os trabalhadores, obrigou a apresentação de um índice, aumentou esse percentual por 2 vezes e venceu os interditos do Itaú Unibanco e Bradesco no Maranhão. A greve, considerada uma das maiores dos últimos 20 anos, chegou a paralisar 8.280 agências de bancos públicos e privados em todo Brasil.      Apesar da ‘mesa única’ e da abertura de direitos no Acordo da Fenaban, o engajamento de cada bancário sustentou a greve - por 15 dias no BB, CEF e privados; 16 dias no BNB e 22 dias no BASA - vencendo as retaliações, o assédio moral e o descaso dos patrões, bem como a aparente subserviência da representação nacional.       Falando na fictícia mesa única... em 2010 se repetiu o que aconteceu nos anos anteriores: os bancários do BASA e do BNB foram tratados com clara discriminação por parte do Governo Federal. A greve nesses bancos se estendeu mais, os acordos específicos ainda não foram assinados e o piso no BASA ficou abaixo dos demais(R$1.252,00).       Para o SEEB/MA, se a Contraf/CUT já tivesse buscado uma negociação direta com o Governo Federal para todos os bancos públicos, provavelmente a greve não se estenderia tanto e as gritantes diferenças existentes entre os acordos já teriam sido superadas. Aliás, desde a reivindicação de reajuste de apenas 11% e a entrega aos patrões das perdas salariais do Plano Real, a CONTRAF demonstrou de que lado estaria.       Por isso, o Sindicato dos Bancários do Maranhão tem o compromisso de defender uma mesa única para os bancos públicos, assim como acontece com a Fenaban envolvendo os bancos privados.   Bancários do Maranhão avaliam que podiam mais       No Maranhão, a indicação pela CONTRAF/CUT de aceitação da proposta rebaixada apresentada pelos bancos, teve como reposta um sonoro ‘não’ na assembleia do dia 13 de outubro. Na avaliação dos bancários do Maranhão, a força da greve - aliada ao segundo turno das eleições presidenciais e ao recorde nos lucros dos bancos - poderia extrair muito mais dos banqueiros/Governo Federal, garantindo um índice melhor, isonomia ou a recuperação das perdas do Plano Real.       No entanto, venceu a decisão da maioria em todo país. Só para demonstrar: quanto ao índice, enquanto metalúrgicos conseguiram 10,81%; petroleiros, 9%; bancários do BRB, 12%; a categoria do setor econômico que obteve o maior lucro terminou a greve com o menor reajuste(7,5%); quanto à mesa única, a proposta foi, mais uma vez, apresentada de forma diferenciada entre os bancos.

SAÚDE - CAT
ÁREA DO CLIENTE
SOBRE

Sindicato dos Bancários do Maranhão - SEEB/MA
Rua do Sol, 413/417, Centro – São Luís (MA)
Secretaria: (98) 98477-8001 / 3311-3513
Jurídico: (98) 98477-5789 / 3311-3516
CNPJ: 06.299.549/0001-05
CEP: 65020-590

MENU RÁPIDO

© SEEB-MA. Sindicato dos Bancários do Maranhão. Gestão Trabalho, Resistência e Luta: por nenhum direito a menos!