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PLANTÃO / SANTANDER

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Inadimplência persiste e reduz ganhos do Santander

26/10/2012 às 18:31
Valor Econômico
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Enquanto Itaú Unibanco e Bradesco comemoram a magra melhora em seus índices de inadimplência, o Santander surpreendeu negativamente nesse quesito. Os calotes dominaram as discussões sobre os resultados do terceiro trimestre do banco e levaram analistas a questionar abertamente as previsões de executivos da instituição de que os atrasos iriam melhorar na segunda metade do ano.

O gasto com provisões de empréstimos atrasados somou R$ 3,607 bilhões no terceiro trimestre, avanço de 20,9% em 12 meses. A inadimplência continuou em alta, cravando 5,1%, com crescimento de 0,2 ponto percentual sobre o segundo trimestre, tendência contrária a dos outros grandes privados. Em 12 meses, a taxa subiu 0,8 ponto percentual.

Os calotes acabaram prejudicando o resultado. O Santander Brasil lucrou R$ 591,496 milhões no terceiro trimestre, queda de 31,7% na comparação com igual período de 2011. A carteira de crédito atingiu R$ 207,334 bilhões, com alta 10,1% em 12 meses e de 0,8% no trimestre. Em relação a junho, a carteira de financiamento ao consumo do banco encolheu 0,9%, principalmente por causa dos menor desembolso para financiar veículos.

Os analistas do HSBC classificaram o lucro líquido do banco como de "baixa qualidade", afirmando que inadimplência veio acima da expectativa da casa, em relatório assinado por Victor Galliano. Quarenta pontos-base do aumento trimestral da inadimplência vieram do crédito ao consumo, que ficou em 7,7%, e 10 pontos do corporativo, que atingiu 2,7%.

A boa notícia veio do indicador de atrasos entre 15 e 90 dias, que serve de antecedente para o comportamento dos próximos trimestres, e dá sinais positivos, segundo Galán. O indicador melhorou 0,5 ponto percentual pelo segundo trimestre consecutivo, fechando em 7,1%.

O Santander também informou que expandiu esforços de renegociação de dívidas no terceiro trimestre. Segundo Herrero, como a recente onda de inadimplência não veio casada com um aumento do desemprego, a reestruturação da dívida de clientes costumam ter mais sucesso. Além da piora da economia, o executivo atribui à sobrecarga de dívida das famílias brasileiras o problema de calotes.

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