
Dados da pesquisa do Dieese são relativos à Região Metropolitana de SP. Diferença na taxa de desemprego é de 2,6 pontos percentuais; já foi de 7,2.
São menores as diferenças na inserção de negros e não negros no mercado de trabalho da Região Metropolitana de São Paulo em 2011, segundo aponta estudo feito pela Fundação Seade e pelo Dieese, a partir das informações da Pesquisa de Emprego e Desemprego, divulgado nesta terça-feira (13). De acordo com a pesquisa, o segmento de negros é composto por pretos e pardos e o de não negros engloba brancos e amarelos.
Segundo o estudo, a diferença entre as taxas de desemprego total de negros e não negros diminuiu nos últimos anos, embora a do primeiro segmento ainda supere a do segundo, em 2011 (12,2% e 9,6%, respectivamente). Essa diferença, de 2,6 pontos porcentuais, correspondia a 7,2 pontos porcentuais, em 2002.
A participação de não negros era ligeiramente superior nos serviços, na indústria e no comércio. Os setores em que a proporção de negros superava a de não negros eram construção civil e serviços domésticos. Conforme informou a pesquisa, nesses setores predominam postos de trabalho com menores exigências de qualificação profissional, remunerações mais baixas e relações de trabalho mais precárias.
Em 2011, o rendimento médio por hora de negros (R$ 6,28) representava 61,0% daquele recebido pelos não negros (R$ 10,30). "Essas diferenças residem nas diferentes estruturas ocupacionais em que esses segmentos estão inseridos".
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