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PLANTÃO / MERCADO DE TRABALHO

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Número de mulheres ocupadas cresceu 24% em 10 anos, diz IBGE

Presença feminina passou de 35,4%, em 2000, para 43,9%, em 2010. Homens representaram 63,3% da população ocupada em 2010.

19/12/2012 às 16:29
G1
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As mulheres aumentaram sua presença entre a população ocupada, com mais de 10 anos de idade, em todo o país. A população total registrada foi de 161.981.299, sendo 86.353.839 pessoas com trabalho. Em 2000, as mulheres representavam 35,4% do total e chegaram a 43,9% em 2010, registrando um aumento de 24% em 10 anos. Elas também têm o maior percentual com nível superior entre a população ocupada (19,2%), em comparação com os homens, que é de 11,5%.

Os dados são do Censo Demográfico 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nesta quarta-feira (19).

Apesar do crescimento, o sexo feminino ainda está atrás do masculino, já que eles representavam 61,1% da população ocupada em 2000 e passaram para 63,3% em 2010, um crescimento de 3,5%.

Por outro lado, o percentual de mulheres com nível superior completo é maior entre a população geral e também entre a população ocupada. Os homens com pelo menos o nível superior de graduação completo eram 9,9% do total e as mulheres, 12,5% em 2010. Já somente entre a população ocupada, os indicadores foram 11,5% e 19,2%, respectivamente.

O nível de ocupação das mulheres com pelo menos o curso superior completo chegou a 78,2%, mais que o dobro do das mulheres sem instrução ou com o fundamental incompleto (36,9%).

De 2000 para 2010, o nível da ocupação das pessoas de 10 anos ou mais de idade subiu de 47,9% para 53,3%. A presença das mulheres também aumentou nas grandes regiões, passando de 20,9% para 28,4%.

O nível da ocupação na área urbana também cresceu, passando de 47,6% em 2000 para 53,8% em 2010. Na área rural, o índice foi de 49,6% para 50,7%.

Ocupação e escolaridade

Em 2010, as pessoas sem instrução ou com o nível fundamental incompleto representaram 49,3% da população e as com pelo menos o superior de graduação completo, 11,3%, já entre a população ocupada, os indicadores foram de 40,8% e 14,7%, respectivamente.

A ocupação entre crianças e adolescentes que não frequentavam escola foi de 17,5% no grupo etário de 10 a 13 anos, 23,2% no de 14 ou 15 anos, e 37,5% no de 16 ou 17 anos de idade. O percentual caiu entre os que estudavam, registrando, respectivamente, 4,8%, 11,7% e 23,8%.

O nível da ocupação das pessoas de 25 anos ou mais de idade cresceu de acordo com o nível de instrução. Enquanto a população sem instrução ou com nível fundamental incompleto representou 51,8%, as pessoas com pelo menos o nível superior completo chegaram a 81,7%.

O grupo de profissionais das ciências e intelectuais detém o nível de instrução mais elevado, com 65% das pessoas com nível superior completo. Em seguida estão direitores e gerentes, com 34,6%.

Já na liderança da faixa de escolaridade de nível médio completo e superior incompleto estão: membros das forças armadas, policiais e bombeiros militares (60,4%), trabalhadores de apoio administrativo (58,7%), técnicos e profissionais de nível médio (53,2%) e trabalhadores dos serviços, vendedores dos comércios e mercados (41,5%).

No grupo de menor nível de instrução (sem instrução ou nível fundamental incompleto) estão: trabalhadores qualificados da agropecuária, florestais, da caça e da pesca (78,3%), ocupações elementares (61,2%), trabalhadores qualificados, operários e artesões da construção, das artes mecânicas e outros ofícios (50,9%) e operador de instalações e máquinas e montadores (42,9%).

A categoria de militares e funcionários públicos estatutários registrou 46,3% da pessoas com nível superior completo. Entre os empregados, 33,1% têm nível superior. Por outro lado, 48,7% dos trabalhadores por conta própria não têm instrução ou têm nível fundamental incompleto, apenas 9,8% têm nível superior completo.

Já no grupo dos trabalhadores na produção para o próprio consumo, 81,8% não têm instrução ou possuem apenas o fundamental incompleto. Entre os trabalhadores não remunerados, 59,9% têm o menor nível de instrução, e 60,8% dos trabalhadores domésticos também estão nesse grupo.

O total de pessoas sem instrução ou com o fundamental incompleto ficou em 44,2% na área urbana, e 79,6% na área rural. Já na população ocupada, os índices caíram para 35,2% na área urbana, e 76,1% na área rural.

Presença feminina e masculina

Entre os homens ocupados, 60,1% estavam concentrados em 4 seções de atividade: agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (17,5%), comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (17,1%), indústrias de transformação (13,3%) e construção (12,2%).

Já na população feminina, 61,5% estavam em 5 seções de atividade: comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (16,7%), serviços domésticos (15,1%), educação (10,1%), indústria de transformação (9,8%) e agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (9,7%).

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