
No último sábado (20.11) os bancários do BNB, reuniram-se no Auditório Ernesto Che Guevara (SEEB-MA/São Luís), para esclarecimentos da proposta de licença-prêmio, folgas e Adicional por Tempo de Serviço (ATS). No entanto, a interferência da Comissão Nacional dos Funcionários do BNB (CNFBNB/CONTRAF-CUT) foi e é de que os trabalhadores assinem um acordo rebaixado, retirando as ações jurídicas que estes ganharam contra o banco. A CONTRAF/CUT mostrou, mais uma vez, o descaso que tem pela luta do trabalhador bancário. Posicionando-se a favor do banco para que o acordo fosse assinado. Em um e-mail enviado aos sindicatos, aconselhou-os a desistir da Licença-prêmio que haviam conquistado com o fechamento do acordo. No mesmo texto pressionou: “... os respectivos pagamentos, só serão efetivados quando o banco estiver de posse das cópias dos pedidos de desistência das ações jurídicas...” Em 1987 a Central Única dos Trabalhadores (CUT) comandou uma greve geral contra a política econômica do governo Sarney e lutou pela reposição das perdas salariais. Defendeu em 1983 “A luta pelos interesses imediatos e históricos dos trabalhadores.” E agora, de que lado a CUT está? Do lado dos trabalhadores ou do lado dos patrões?
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