
Confirmando a principal aposta de economistas, o Banco Central (BC) manteve nesta quarta-feira (16) o juro básico da economia brasileira, a taxa Selic, em 7,25% ao ano.
O BC manteve a taxa pela segunda reunião seguida. O último corte, de 7,5% para 7,25% ocorreu em outubro de 2012. Na reunião de novembro o índice se manteve nos patamares atuais, o menor valor da história (veja gráfico abaixo). Antes, a Selic sofreu dez cortes seguidos, que fizeram a taxa cair 5,25 pontos percentuais desde agosto de 2011.
O Copom (Comitê de Política Monetária) do BC tomou a decisão por unanimidade, sem viés de alta ou baixa.
"Considerando o balanço de riscos para a inflação, que apresentou piora no curto prazo, a recuperação da atividade doméstica, menos intensa do que o esperado, e a complexidade que ainda envolve o ambiente internacional, o Comitê entende que a estabilidade das condições monetárias por um período de tempo suficientemente prolongado é a estratégia mais adequada para garantir a convergência da inflação para a meta", informou a assessoria de imprensa do Banco Central, em nota.
Votaram pela decisão todos os membros do Copom: Alexandre Antonio Tombini (presidente do comitê e do BC), Aldo Luiz Mendes, Altamir Lopes, Anthero de Moraes Meirelles, Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo, Luiz Awazu Pereira da Silva, Luiz Edson Feltrim e Sidnei Corrêa Marques.
Segundo cálculos da economista Silvia Matos, da FGV, a taxa de juros real (já descontada a inflação) ficará em torno de 1% com a Selic a 7,25% ao longo do ano, retornando para cerca de 1,5% apenas no fim de 2013.
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