
A declaração do presidente mundial do Santander, Emilio Botín, de que o Brasil é o país mais importante do mundo para a empresa é, no mínimo, contraditória. Isso porque, justamente os trabalhadores brasileiros foram penalizados com o corte de postos de trabalho em 2012.
Além de deixar muitos pais de família sem emprego, as dispensas prejudicam a economia nacional, pois o aumento do desemprego significa menos dinheiro circulando e menor poder de compra o que, obviamente, não contribui para o crescimento.
Sem nenhuma justificativa, o banco desligou mais de 1 mil funcionários em todo o país. Na Bahia, foram 31 empregados. Vale lembrar que o Santander, no Brasil, se manteve sólido. Mesmo com a crise financeira mundial, o lucro líquido da empresa somou R$ 4,731 bilhões.
Permanência
Em reunião com a presidenta Dilma Rousseff, nesta terça-feira (22/01), em Brasília, Botín garantiu a permanência do Santander no país. O presidente do banco ainda afirmou estar otimista com o crescimento econômico brasileiro e disse que vai ampliar investimentos nos próximos anos.
O movimento sindical, contudo, espera que a organização financeira não se limite às palavras e comece a agir, no sentido de aumentar as contratações, melhorar as condições de trabalho e, sobretudo, garantir o emprego.
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