
O presidente do Itaú, Roberto Setúbal, terá explicar direitinho à presidenta Dilma Rousseff, a política de demissões adotada pelo banco, o maior em atividade no país. Entre janeiro e setembro do ano passado, a empresa cortou 7.831 postos de trabalho. Desde abril de 2011, foram 13.595 dispensas.
Na reunião desta quarta-feira (30/01), o executivo terá ainda de esclarecer porque o Itaú, que em 2011 obteve lucro líquido de R$ 14, 621 bilhões, o maior da história do Brasil, é o que mais resiste à política de cortes nas taxas de juros. A organização financeira ainda manifestou temor sobre o aumento da inadimplência para justificar a alta.
Vale lembrar que o banco também é associado à época de ouro do Consenso de Washington, em que as organizações financeiras emprestavam pouco e tinham lucro gigantesco. É esperar para ver o resultado do encontro.
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