
A exposição da mulher em jornais, novelas, peças publicitárias, revistas e outros veículos é muito criticada pelos movimentos sociais que lutam pela democratização da comunicação. Para debater esse tema, a psicológa Rachel Moreno lançou no último dia 18, em São Paulo, o livro A Imagem da Mulher na Mídia.
Na obra, a autora afirma que a imagem da mulher ainda é explorada de forma sensacionalista pelos meios de comunicação no Brasil, principalmente, em peças publicitárias ou em notícias sobre violência.
Para Raquel Moreno, a mídia passa a imagem de uma mulher que não pensa, visão que, segundo a escritora, é totalmente equivocada. Atualmente, a mulher ocupa cargos importantes no mercado de trabalho, é chefe de família e tornou-se muito mais independente em comparação a gerações passadas.
Em 2003, os homens representavam 57% da força de trabalho no Brasil e hoje são 54,4% (12,5 milhões). Já as mulheres, passaram de 43% para 45,5% (10,5 milhões). Em números absolutos, a população masculina no mercado cresceu 18,3% e a feminina 31,5%, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Durante o evento, foram discutidas formas de estabelecer um controle social da imagem da mulher na mídia brasileira, adotando modelos que deram certo em países do exterior.
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