
O caso das demissões imotivadas promovidas pelo Santander em dezembro de 2012 ainda rende dor de cabeça aos bancários e mobilização da Justiça em prol da categoria. Em Ação Civil Pública, o Ministério Público do Trabalho faz diversas exigências ao banco e solicita o pagamento de R$ 11,530 milhões em indenização coletiva, a serem revertidos ao FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador).
Na ACP, é destacada a mobilização dos bancários e das entidades sindicais em torno da questão, os estudos do Dieese e a confirmação da demissão coletiva imotivada e sem negociação prévia com representantes da categoria.
O MPT qualifica ainda a dispensa como abusiva, afirma que o trabalhador brasileiro é tratado como simples mercadoria e destaca que, na Espanha, onde é situada a sede do banco, a postura foi diferente e houve diálogo com os movimentos sindicais do país.
“Tratando-se de despedida em massa, deveria o réu ter agido, no Brasil, da mesma forma como agiu na Espanha, dialogando com os sindicatos e firmando acordo com compromissos de emprego e respeito ao direito dos trabalhadores”, reforça o MPT.
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