
Os bancários do HSBC começaram o ano sofrendo as consequências de um duro golpe. O plano de saúde dos trabalhadores foi alterado de forma unilateral, sem que os bancários pudessem debater e aprovar as novas regras e valores que passaram a ser praticados em 2013.
A partir de fevereiro, o bancário titular que quiser utilizar os serviços do plano de saúde contratado pelo HSBC não terá que pagar o valor mensal da contribuição ao plano, porém o valor pago pelos dependentes foi reajustado. Por exemplo, quem pagava R$ 110,82 pelo plano "SulAmérica Omega III ou Amil 60 III", agora terá de desembolsar R$ 280.63. Um absurdo!
O valor da coparticipação em consultas, procedimentos ambulatoriais e exames simples foi reajustado em cerca de 33%. Agora, esse valor também será cobrado a partir da primeira consulta e sem limite máximo de desconto (antes era cobrada apenas a partir da sétima consulta e o limite era de R$ 160,23 por mês). Os procedimentos que envolvem coparticipação sofrerão reajuste de 15% para 20%.
Até os aposentados do HSBC foram prejudicados com a mudança e a partir de março, a mensalidade e a dos dependentes sofrerá um reajuste significativo.
A desculpa utilizada pelo HSBC é que esta é a única forma de manter a qualidade do plano de saúde. O Sindicato dos Bancários de Bauru e Região/Conlutas desaprova esse tipo de conduta que retira direitos conquistados pelos trabalhadores e que acarreta em maiores gastos para a categoria. O Sindicato estudará medida judicial para tentar barrar tal abuso, já que ao parar de cobrar contribuição de seus funcionários, o HSBC impede que bancários demitidos ou aposentados possam continuar usando seu plano de saúde.
Plano de saúde não é para dar lucro, é para preservar a saúde de seus beneficiários!
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