
A eleição da nova diretoria do Sindicato dos Bancários do Distrito Federal foi marcada por muita violência e irregularidades, principalmente, no dia da apuração dos votos, realizada no sábado (09/03), na APCEF-DF.
Segundo informações, integrantes da Chapa 1 (Contraf-CUT) utilizaram métodos truculentos e fraudulentos para sabotar a oposição e vencer o pleito. Para se ter uma ideia, os cutistas ameaçaram, intimidaram e espancaram apoiadores e integrantes da Chapa 3 (FNOB, MNOB), incluindo mulheres.
Além disso, os pelegos destruíram equipamentos, sumiram com urnas e ainda lançaram uma bomba de gás no meio do ginásio onde foi realizada a contagem dos votos. O pior é que a ação violenta, selvagem e antidemocrática ocorreu livremente, sem a intervenção efetiva dos órgãos de segurança pública.
De acordo com relatos da Chapa 3, a polícia chegou a expulsar alguns pelegos mais exaltados, porém eles continuaram fazendo ameaças no lado de fora da APCEF-DF. Após ser espancado, o integrante da Chapa 3 que fazia parte da Comissão Eleitoral, também foi retirado do ginásio.
Sem representante na mesa de apuração e à mercê de novas agressões, a Chapa 3 se recusou a legitimar a conclusão fraudulenta da eleição, retirando-se do local.
Vale ressaltar que a votação quase não atingiu o quorum. A participação de bancários filiados foi mínima, o que comprova que a base repudia a atual gestão do SEEB-DF e que havia chances reais de a oposição sair vitoriosa.
Diante dos fatos, a Chapa 3 anunciou que tomará as medidas políticas, jurídicas e policiais necessárias para denunciar a apuração e exigir uma nova eleição, controlada pela base e com fiscalização externa.
Somente assim será possível conhecer, livremente, a preferência dos bancários do DF sobre quem deve representá-los frente aos banqueiros e à Contraf-CUT, aliada dos patrões.
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