
Até a década de 1970, o sistema financeiro era ocupado apenas pelos homens. Hoje, a realidade é diferente. O setor bancário conta com 243 mil bancárias. Isso quer dizer que as mulheres ocupam 49% do total dos postos de trabalho nos bancos, de acordo com o Dieese.
Nos privados, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, elas são maioria e representam 53,4% da categoria. As mobilizações trouxeram muitos avanços ao longo dos anos, como por exemplo, a ampliação da licença-maternidade para 180 dias. No entanto, as desigualdades ainda existem.
O salário de uma mulher que acaba de ingressar no banco é 22,9% menor do que o do homem. Enquanto elas são admitidas com uma remuneração média de R$ 2.318,33, eles ganham R$ 3.006,91. Diferença grande.
Como se não bastasse, também saem da empresa com salário inferior, uma média de 25,6% a menos do que os homens. São R$ 3.716,32 contra R$ 4.994,99, respectivamente. A unidade plena só será alcançada quando a discriminação entre os sexos deixar de existir.
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