
Por: Zibia Gasparetto - escritora espiritualista Hoje, o tempo esta acelerado, as mudanças ocorrem com rapidez. Há mais progresso tecnológico proporcionando mais conforto, a longevidade aumentou, muitas doenças estão sob controle, a qualidade de vida melhorou. Mas as pessoas não estão felizes e em paz. A oferta dos bens fez surgir o consumismo exagerado. Todos desejam obter as novidades. Novas descobertas são feitas e novos produtos surgem cada dia, com pequenas inovações. Ocorre que, quem já tem os anteriores, deseja trocá-los. As pessoas se esforçam para progredir no trabalho, melhorar o poder aquisitivo. Muitos dos que não conseguem comprar as novidades, por não ter dinheiro, revoltam-se e enveredam pelo caminho do crime. A ambição desmedida forma traficantes, assaltantes, viciados, cuja crueldade tem levado o pavor à população. Assim, as conquistas que deveriam trazer bem estar, atropeladas pela ignorância, inverteram a situação, estabeleceram o medo, paralisaram pessoas de bem em casa, que ficam trancadas em casa, enquanto bandidos continuam agindo. É muito triste isso. É hora de mudar. Os sinais positivos dessa mudança já estão aparecendo. Enquanto as autoridades estão assumindo mais o controle da situação, enfrentando os problemas com rigor, é preciso que os legisladores, chefes de governo, tenham a mesma coragem de agir frente às transgressões e assumam sua responsabilidade para com a sociedade. Que os políticos deixem de lado seus interesses pessoais e se dediquem à boa gestão, fazendo a parte do que lhes compete com idealismo e dedicação. Não é apenas a população que precisa e deve cooperar. Também os que foram colocados pela sociedade na posição de comando precisam desempenhar suas funções visando o bem estar social. A nossa cooperação precisa ir além do voto nas eleições. A conquista da paz tem um preço que cada um de nós deve pagar. Temos de contribuir para melhorar nossa rua, nosso bairro e respeitar o bem estar dos vizinhos. Estar bem informados sobre problemas e apoiar soluções que beneficiem a maioria, na educação, na saúde, no entretenimento, no esclarecimento das pessoas. Dedicar parte de nosso tempo livre para trabalho voluntário. Usar o nosso bom senso. Conter o exagero: no consumo, na queixa, na crítica, no julgamento. Não cobrar dos outros, fazer nossa parte. Se cada um fizer o que lhe cabe, em breve tudo modificará, podemos usufruir do progresso com bem estar e viver em paz.
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