
Em 2012, 2.094 trabalhadores foram flagrados, no Brasil, em situação análoga à de escravidão.
O Maranhão é o Estado que mais fornece mão de obra para o trabalho escravo. Pelo menos 25,5% dos trabalhadores resgatados em regime semelhante à de escravidão eram maranhenses, de acordo com os dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). As estatísticas mostram que são 95% são homens, 35,3% analfabetos e 63% têm entre 18 e 34 anos de idade.
De acordo com a última atualização do cadastro de empregadores brasileiros que exploram mão de obra escrava, o Maranhão possui 30 empregadores na “lista suja”, o que colocou o estado no 4º lugar do ranking nacional do trabalho escravo. Pará, Mato Grosso e Goiás lideram essa lista.
Combate
Para romper com esse ciclo, o MPT possui uma Coordenadoria de Erradicação do Trabalho Escravo que recebe denúncias, investiga e resgata os trabalhadores submetidos a situações degradantes (trabalho forçado, servidão por dívidas, jornadas exaustivas, alojamento precário, água não potável, alimentação inadequada, desrespeito às normas de segurança e saúde do trabalho, falta de registro, maus tratos e violência).
Por meio das fiscalizações, os trabalhadores resgatados têm seus vínculos empregatícios regularizados e são libertados da condição de escravidão. A partir daí, o MPT realiza ações judiciais e extrajudiciais que promovem a punição do empregador, prevenção ao ilícito e a inserção das vítimas no mercado de trabalho com todos os direitos garantidos.
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