
Com a desaceleração da atividade, o total de vagas abertas cai 30,8% em comparação com o mesmo período do ano passado, apesar da melhora em março
Apesar de março ter apresentado o melhor índice de criação de empregos formais para esta época do ano em todo o governo Dilma, o primeiro trimestre de 2013 cravou a pior marca desde 2009 para o período. Os números mostram que o mercado de trabalho brasileiro começa a sentir os efeitos do desaquecimento da atividade.
A soma dos postos com carteira assinada entre janeiro e março, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), alcançou 306.608, resultado 30,8% menor que o saldo de igual período 2012 (442.608).
Ao todo, no mês passado, foram abertas 112.450 vagas, 0,63% a mais que em março de 2012 (111.746). Em relação a fevereiro, o incremento ficou em minguado 0,28%. Os empregos foram puxados pelo setor de serviços (incluindo o comércio), que deve, segundo o ministro do Trabalho, Manoel Dias, continuar liderando a criação de vagas nos próximos meses. "O emprego do futuro será no setor de serviços", afirmou.
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