
Com informações de SEEB Maringá
O banco Itaú demonstra mais uma vez desrespeito com os trabalhadores. Na agência do Itaú Personnalité em Campo Grande (MS), a gestora demitiu todas as bancárias que retornaram de licença-maternidade e todos os funcionários e funcionárias que denunciaram o assédio moral ao Ombudsman do banco e à superintendência regional.
A gestora já é conhecida como assediadora moral, inclusive já foi denunciada à Superintêndencia do banco em 2009. Na ocasião, foi prometido que a gerente seria orientada a mudar seu comportamento. Um mês depois, no entanto, ela demitiu a bancária que havia feito a denúncia ao superintendente e intensificou o assédio moral.
"Passou a fazer cobranças absurdas, ridicularizando os funcionários perante os colegas e também diante dos clientes. Além da cobrança sobre as metas, ridicularizava e difamava os funcionários, com a intenção de acumular fatos mentirosos diante do superintendente para poder demitir os que denunciassem seu comportamento”, relata uma bancária.
Em dezembro de 2010, indignados com o assédio moral os funcionários da agência fizeram a denúncia ao ombudsman do banco. Daquele momento até hoje, a gestora demitiu todos os bancários que reclamaram de seu comportamento, inclusive as trabalhadoras que retornavam de licença-maternidade.
Esse caso mostra que o ombudsman se tornou mais um instrumento para fragilizar e punir os trabalhadores, pois internaliza a situação. O movimento sindical cobrará da direção do banco uma solução imediata para o caso e o fim dessa prática antissindical via ombudsman.
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