
A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos autorizou a indústria farmacêutica, no último dia 4, a reajustar seus produtos em até 6,31%. No entanto, uma pesquisa do Idec – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, constatou que 65% dos 40 medicamentos analisados (referência, genérico e similar) tiveram seus preços reajustados acima da inflação acumulada (entre 26% e 52%) desde 2009, quando foi feita a última pesquisa. Outros 14 medicamentos (35% da amostra) registraram queda no preço médio (entre -3% e -64%).
A questão é que o aumento se verificou nos medicamentos mais utilizados pela população, a exemplo da Amoxicilina (reajuste de 37% nos últimos 4 anos), Angipress (30%), Cataflam (39%), Lípitor (30%), Frontal (30%) e Omeprazol (52%) , para citar apenas alguns. O Idec também verificou que alguns medicamentos genéricos já estão mais caros que os de referência, o que contraria uma resolução da CMED, órgão que reúne os ministérios da Saúde, Fazenda e Justiça. A resolução determina que o preço do genérico deve ser, no mínimo, 35% menor do que o produto de referência.
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