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Sindicato apóia abaixo assinado contra reajuste salarial de parlamentares

19/01/2011 às 00:00
SEEB-MA
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 Enquanto os bancários conseguiram após longos e penosos 22 dias de greve um aumento de 7.5 a 13% e o salário mínimo será acrescido de míseros 35 reais, os parlamentares se autoconcederam um reajuste mínimo de 61,83% e máximo de 148,63%. Assim, a partir de agora um deputado federal passa a custar o valor que equivale a folha de pagamento de 344 professores.   Como não se sentir indignado ante tal situação? Estamos então frente a um impasse: aceitar isso bovinamente ou lutar. O SEEB-MA, em concordância a um abaixo-assinado produzido por Leonardo Boff como um ato de manifestação pública pelos direitos sociais, abaixo-assinado este incorporado pela CSP–Conlutas, dedica total apoio ao manifesto contra o aumento abusivo de salários do Legislativo e Executivo.   "Sou um cidadão comum, com responsabilidades e compromissos cotidianos que, assim como a maioria das pessoas que se dispuseram a assinar essa causa, sentiu-se inconformado com o autoritarismo dessa medida do governo", afirmou Leonardo Boff. Incentivar e fortalecer esta iniciativa, que conta com aproximadamente 290 mil assinaturas, é um dever de todo trabalhador brasileiro.   Outro exemplo de indignação foi a atitude do Bispo Dom Manuel Edmilson da Cruz, cearense de 86 anos, que recusou a comenda "Direitos Humanos Dom Helder Câmara" oferecida pelo Senado ao religioso e autoridades que se destacaram em favor dos direitos humanos. Em discurso perante o plenário do Senado, o Bispo lamentou que o aumento autoconcedido pelos parlamentares não guardasse a mesma proporção ao previsto para o salário mínimo e aposentadorias.   O aumento dos deputados federais e senadores é uma vergonha que automaticamente se alastra como praga para as esferas estaduais e municipais. Isso quer dizer: vereadores, prefeitos, vice-prefeitos, deputados estaduais, governadores e seus vices também estão nessa verdadeira farra bancada com o meu, o seu, o nosso dinheiro de impostos.   Em contraste ao aumento, “que nunca antes na história desse país” qualquer categoria profissional teve direito, o projeto de lei que restabelece a isonomia dos bancários foi tirado da pauta de votação no mesmo dia que o generoso aumento foi aprovado.  No dia 27.01 (Quinta), em Brasília, as entidades de defesa da classe trabalhadora pretendem discutir um plano de ação para resistir aos ataques do governo, que já estão sendo anunciados na grande imprensa. É importante a participação de todos nesta luta, o trabalhador não merece ver o suor do seu rosto investido em pagamentos exorbitantes aos parlamentares. A inserção da categoria bancária nessa luta busca fortalecer o movimento de fiscalizar a utilização do dinheiro público. Então, em ato de repúdio assine o protesto através do link, caso não funcione copie e cole (o link) em uma nova página.    http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoListaSignatarios.aspx?pi=P2010N4596)   Por: Sáride Maíta

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