
A taxa de desemprego, medida pelo ICD (Indicador Coincidente de Desemprego) apresentou um ligeiro aumento ao longo do segundo trimestre deste ano. De acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (10) pela FVG (Fundação Getulio Vargas), o índice cresceu 1,7% em maio, na comparação com o mês anterior, considerando-se dados ajustados sazonalmente.
Segundo o levantamento, duas classes foram mais afetadas por essa alta no desemprego. O mercado de trabalho ficou pior para os consumidores com renda familiar de até R$ 2.100, com variação de 2,3% no desemprego. Quem ganha entre R$ 4.800 e R$ 9.600 também foi afetado. O índice dessa classe teve uma alta de 2,8%, de acordo com a FGV.
Contratações
As previsões de contratações nos próximos meses tiveram uma leve atenuação na desaceleração. O IAEmp (Indicador Antecedente de Emprego) avançou 1,8% em maio, considerando-se dados com ajuste sazonal.
No mês anterior, o índice havia registrado uma queda expressiva, de 3%. Segundo a FGV, o que mais contribuiu para a alta do IAEmp foram os indicadores do ânimo empresarial para contratação no setor de Serviços, com variação de 5%; e a satisfação das empresas com a situação atual dos negócios, da Sondagem da Indústria, com alta de 4,9%.
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