
Pelo segundo ano consecutivo, uma instituição financeira encabeça o ranking geral dereclamações fundamentadas da Fundação Procon: o Itaú Unibanco. Em 2011, havia sido o Bradesco - que, neste ano ocupa o terceiro lugar na lista. A área de "assuntos financeiros" (que engloba bancos, seguradoras e financeiras) respondeu por 25,7% das reclamações de clientes em 2012.
Entre as dez empresas mais reclamadas, mais um banco: o Santander, na 10ª colocação. Os bancos públicos também figuram na lista: o Banco do Brasil ficou em 14º lugar e a Caixa, em 17º. As principais queixas referem-se à cobrança de valores não reconhecidos pelos consumidores em faturas de cartão de crédito e conta corrente, e à cobrança de tarifas consideradasindevidas pelos consumidores e pelo Procon, em especial quando do financiamento deveículos. Os bancos, em nome de uma suposta transparência, vêm adotando cada vez mais a estratégia de “descolar” das taxas de juros a remuneração por “serviços” que são na verdade inerentes às operações de crédito. Reflexo disso é o verdadeiro cipoal de tarifas criadas e cobradas pelas instituições financeiras nos dias de hoje e que confundem cada vez mais o consumidor.
O setor procura justificar essa política com o argumento de que com tal “transparência” oconsumidor pode barganhar junto aos fornecedores a redução dos valores de cada item dedespesa que compõe a operação de crédito. Entre diversos problemas, entretanto, há o fato de que cobrança desses valores de tarifas “por fora” da taxa de juros, dificulta para o consumidor a comparação do custo dessas operações de crédito entre as diversas instituiçõesfinanceiras.
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