
O dado mostra a total falta de compromisso dos bancos com o país. O Brasil gerou 826 mil postos de trabalho com carteira assinada no primeiro semestre, mas as organizações financeiras, que formam o setor mais lucrativo da economia nacional, abriram apenas 3.005 vagas formais. O número dos seis primeiros meses do ano representa um crescimento de 0,45% ante o mesmo período de 2012, quando foram criados 1.144 postos de trabalho. Tem mais, entre as empresas do setor de serviços, líder em geração de empregos com a abertura de 361.180 vagas, os bancos também são os que menos oferecem oportunidade. Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho. Na comparação com segmentos dos demais setores, as organizações financeiras fazem ainda mais feio. A construção civil, por exemplo, aumentou o saldo em 4,29%. A indústria de calçados, em 5,48%. A agricultura, 7,35%, a indústria metalúrgica, 1,44%, e a Mecânica, 2,99%. A postura irresponsável afeta diretamente o ambiente de trabalho e a qualidade do atendimento prestado nas agências. Isso porque sobrecarrega os funcionários, que já acumulam tarefas e extrapolam a jornada, e ainda precariza o serviço. Uma vergonha para o setor que mais ganha no país.
Dia Mundial da Conscientização Sobre o Autismo - por mais respeito, compreensão e conhecimento!
SEEB-MA: 91 anos de lutas, conquistas e presença na vida da categoria
© SEEB-MA. Sindicato dos Bancários do Maranhão. Gestão Trabalho, Resistência e Luta: por nenhum direito a menos!