
A rotatividade continua a ser uma estratégia perversa dos bancos para reduzir os custos. A diferença entre o salário médio inicial dos trabalhadores admitidos em relação aos demitidos é cinco vezes maior nos bancos do que na economia brasileira de forma geral.
Nas empresas, em junho, a remuneração média de ingresso foi 7,3% menor do que o salário dos que foram desligados. Já nos bancos, a distância é bem maior, de 36%, no mesmo período.
Segundo pesquisa da LCA Consultores baseada em dados do Caged (Cadastro Geral de Emprego e Desemprego) do Ministério do Trabalho e Emprego, a diferença salarial dos trabalhadores que entram e que saem das empresas, em maio, ficou em 10,1% na indústria. Em seguida surgem os setores de comércio (5,9%), construção civil (5,1%) e serviços (4,8%).
O sistema financeiro é o mais lucrativo da economia. Mesmo assim, faz de tudo para poupar os gastos. A contradição é imensa. Os bancos têm os maiores lucros e cobram taxas de juros e tarifas exorbitantes. No entanto, promovem demissões e não contratam bancários para suprir as demandas nas agências. Resumindo, só querem ganhar.
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