
O cadastro positivo, bancos de dados de bons pagadores, começa a ganhar força. A partir desta quinta, 1º, as instituições financeiras, com a autorização dos clientes, começam a repassar as informações para os bancos de dados. Para o economista da Serasa Experian Carlos Henrique de Almeida, os bancos serão os maiores provedores de dados do mercado. A expectativa da Serasa é conseguir até o final do ano 7 milhões de pessoas com cadastro positivo.
Mesmo antes do início do repasse de informações por meio das instituições financeiras, os consumidores já podiam autorizar o seu cadastro. Desde o início do ano, a autorização pode ser feita nos próprios órgãos de proteção ao crédito e em lojas, por exemplo. Os estabelecimentos comerciais alimentam o cadastro positivo, com informações sobre os pagamentos de boletos e de operações de crediário.
O superintendente do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) Brasil, Nival Martins, disse que com a entrada dos bancos, a expectativa é que 40 milhões de consumidores autorizem a inclusão no cadastro positivo em um ano e meio ou dois anos. Martins disse ainda que o setor jurídico do SPC estuda a possibilidade de os clientes poderem fazer essa autorização pela internet.
Para o chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do Banco Central, Sérgio Odilon, o cadastro positivo vai ajudar os clientes a negociarem taxas de juros menores devido ao bom histórico de pagamentos. “Aumentam as condições de negociação para quem paga em dia”, disse.
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