
Com uma das maiores taxas de juros do mundo, no cartão de crédito rotativo, por exemplo, ultrapassa os 600% ao ano, os bancos que atuam no Brasil mais uma vez quebram recordes em lucratividade. Os lucros líquidos do primeiro semestre do Bradesco, Itaú e Santander comprovam. Juntos, os três bancos privados tiveram ganho de R$ 15,905 bilhões, apesar do baixo desempenho da economia. A expectativa é de que as demais organizações financeiras sigam o mesmo caminho traçado pelo Bradesco, que teve ganho de R$ 5,9 bilhões entre janeiro e junho, pelo Itaú, que apresentou lucro líquido de R$ 7,055 bilhões e pelo Santander, R$ 2,9 bilhões. Vale ressaltar que o resultado só não foi maior porque as empresas continuam a elevar a PDD (Provisão para Devedores Duvidosos). A reserva, feita com base na expectativa de perdas com a inadimplência, entra no balanço como despesa, portanto, diminui o lucro. Apesar de o cenário ser bastante favorável, os bancos continuam a demitir os funcionários. No total foram eliminados 5.988 postos de trabalho. A novidade é que o Santander é o novo campeão, com o corte de 2.290 empregos no semestre. O número supera o do Itaú, com 2.264 desligamentos. Já o Bradesco extinguiu 1.434 vagas.
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