
A carga tributária brasileira é a maior da América Latina, com a arrecadação de imposto correspondente a 34% do PIB (Produto Interno Bruto). Mas, quando se trata de impostos sobre a renda, pensados para atingir mais as classes média e alta, e menos, os pobres, os tributos do Brasil são cerca de um ponto percentual inferior aos de países com características semelhantes. Os dados são do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento).
Apenas 3,4% (R$ 50,7 bilhões) da arrecadação de impostos no país são de tributos sobre o patrimônio, e somente 21,3% saem de taxas sobre lucros e rendas. Em outras palavras, menos de 25% do dinheiro público vem de impostos progressivos, aqueles que, em tese, são feitos para atingir os mais ricos.
Já os tributos sobre bens e serviços geram 41,6% da arrecadação. Ao contrário dos anteriores, são chamados de regressivos, pois atingem os mais pobres. A alíquota que incide, por exemplo, sobre a venda de um móvel é a mesma para qualquer pessoa que o compre, não importa se é rica ou não. A propósito, o número de milionários brasileiros – aqueles com mais de US$ 1 milhão na conta – cresceu 6% em 2010 e atingiu 155 mil pessoas.
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