
Os bancos continuam cobrando caro por serviços ao consumidor. Com o imposto de renda é a mesma coisa. Quem não quiser esperar a liberação do IR pela Receita Federal, que inclusive libera o terceiro lote nesta quinta-feira (15/08), pode antecipar o dinheiro pelas organizações financeiras. Mas, para isso, paga muito caro.
Os juros variam de 1,57% até 2,99% ao mês. Os valores mínimos e máximos dos pedidos variam de acordo com a empresa, de R$ 100,00 a R$ 610,00, e de R$ 5 mil até R$ 30 mil. A oferta parece atrativa, mas é bom os consumidores terem cautela em relação às linhas de crédito especiais.
Os especialistas em contabilidade recomendam a contratação apenas para quem está atolado em dívidas com juros agressivos, como cheque especial e cartão de crédito, ou se pode ocasionar algum problema posterior, como matrícula da escola de crianças para o ano seguinte.
É preciso ter cuidado também com os prazos para pagamento, afinal se a declaração cair na malha fina, impossibilitará que a liberação da restituição seja feita. Os bancos cobram o dinheiro em parcela única no dia do depósito da restituição ou em data limite estabelecida para cobrança, o que dificulta ainda mais o pagamento por parte dos clientes.
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