
Após divulgar a lucratividade global de U$ 10,284 bilhões no primeiro semestre, o HSBC informou o quanto ganhou à custa dos trabalhadores brasileiros. No país, o lucro líquido do banco inglês chegou a R$ 454,7 milhões no período.
Apesar de colocar milhões nos cofres, a organização financeira segue a linha dos privados em atividade no Brasil e castiga os bancários. A empresa cortou 209 empregos de janeiro a junho. Na comparação com julho de 2012, o quadro de funcionários foi reduzido em 724 postos de trabalho.
Entre junho do ano passado e de 2012, o número de agência cresceu e chega a 867 hoje. Mais unidades foram abertas e a quantidade de empregados diminuiu. A matemática é simples e a sobrecarga evidente.
Os dados mostram que a situação financeira do HSBC vai bem. Houve crescimento de 3,9% nas operações de crédito entre junho de 2012 e de 2013. O saldo é de R$ 59,9 bilhões. As operações com pessoas jurídicas também tiveram alta e chegaram a R$ 39,2 bilhões, elevação de 12,4%. As operações com pessoa físicas somaram R$ 19,6 bilhões, queda de 10,5%.
O índice de inadimplência superior a 90 dias caiu 0,5% e ficou em 4,30% no primeiro semestre. O banco quase não alterou as despesas com provisões para créditos de liquidação duvidosa (PDD). O patamar permanece em R$ 1,8 bilhão. O valor corresponde a quase quatro vezes o lucro líquido do período.
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