
O movimento sindical senta à mesa com a direção do Banco do Brasil, nesta quinta-feira (29/08), em Brasília, para tratar sobre as cláusulas econômicas. O aumento do interstício de 3% para 6% a cada três anos no PCR (Plano de Carreira e Remuneração) é uma das propostas dos funcionários.
As reivindicações incluem ainda aumento do valor do primeiro mérito (M-1). Os trabalhadores querem que passe dos atuais R$ 104,76 para R$ 217, 18. Também será cobrado o fim do desvio de função no SAC (Serviço de Apoio ao Cliente) e no Cenop Imobiliário. Nos setores os trabalhadores exercem a função de analista, mas recebem remuneração de assistente. Além disso, os bancários querem o aumento no percentual, para 55%, do AFG (Adicional de Função Gratificada) dos trabalhadores da CABB (Central de Atendimento).
Até agora, o BB tem seguido a tática da Fenaban tentando enrolar os funcionários. Mas a categoria está atenta e não vai aceitar negativas da maior instituição financeira da América Latina. O momento é propicio para lembrar que no primeiro semestre o banco registrou lucro líquido de R$ 10,03 bilhões, o maior da história para o período.
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