
José Feijó, Carlos Caser e Carlos Borges são os mais novos governistas
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Ex-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC entre 2005 e 2008, o vice-presidente nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), José Lopes Feijó, foi nomeado assessor do ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria Geral da Presidência. A secretaria tem sido o órgão designado pela presidenta Dilma Rousseff para negociar com as centrais sindicais temas como o salário mínimo, o fator previdenciário e o índice de aumento da tabela do imposto de renda.
Negando que a chegada de José Lopes Feijó ao governo signifique o alinhamento do governo com a CUT, Gilberto Carvalho diz que ”Feijozinho vai ter que mudar de posição, ser imparcial”. O ministro revelou ainda que o nome de Feijó foi sugerido pelo ex-presidente Lula em março durante encontro com a presidenta Dilma.
Em outra ponta, a Caixa Econômica Federal nomeou Carlos Caser para a presidência da Fundação dos Economiários Federais (Funcef). Caser é funcionário de carreira da empresa e atual secretário-geral da Fundação e ex-diretor de benefícios e de controladoria do fundo.
Outro beneficiário do Governo Dilma foi Carlos Borges, apeado de uma das vice-presidências da Caixa para contemplar o PMDB. Borges está agora acomodado como diretor de participações imobiliárias da Funcef, no lugar de Luiz Philippe Torelly. As nomeações foram confirmadas na tarde de quinta-feira, dia 05/04, por Marcos Vasconcelos, diretor do Conselho Deliberativo da Funcef e vice-presidente de gestão de ativos de terceiros da Caixa.
A indicação do Caser foi noticiada na manhã desta sexta-feira, dia 6, pelo Valor Econômico. Segundo o jornal, Caser "foi escolhido na terça-feira, em reunião comandada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega".
Com informações do Uol e Valor Econômico.
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