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PLANTÃO / CAMPANHA SALARIAL

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Greve dos bancários chega ao quinto dia fortalecida e sem proposta dos patrões

Bancários estão abertos à negociação, mas patrões permanecem em silêncio. No Maranhão, a greve se fortaleceu nesta segunda-feira.

23/09/2013 às 18:39
Leidyane Ramos - Ascom/SEEB-MA
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Foto: Leidyane Ramos (Ascom/SEEB-MA)

A greve dos bancários chegou ao quinto dia sem previsão para chegar ao fim. Nesta segunda-feira (23/09), o Sindicato dos Bancários realizou novo ato público, na Rua Grande, Centro de São Luís.

Mais uma vez, os bancários mostraram que estão abertos ao diálogo, mas os banqueiros e o Governo Federal – de modo intransigente – permanecem em silêncio, sem apresentar nova proposta ou sequer uma agenda de negociação. A postura dos patrões só serve para prolongar o movimento paredista, que continua por tempo indeterminado em todo o país.

No Maranhão, a greve se fortaleceu nesta segunda-feira com a adesão de mais bancários, principalmente no interior do Estado. Hoje, todas as agências públicas e privadas de Caxias e Açailândia foram fechadas. O mesmo ocorreu em outras cidades.

No Brasil, as paralisações atingiram 9.015 agências e centros administrativos de bancos públicos e privados nos 26 estados e Distrito Federal, um crescimento de 23,8% em relação à sexta-feira (20/09).

Manifestação e assembleia


Nesta terça-feira (24/09), os bancários maranhenses se concentram a partir das 9h, em frente ao Banco da Amazônia da Praça Pedro II, no Centro de São Luís. No fim do dia, às 17h, se reúnem novamente, na sede do SEEB-MA, para avaliar a Campanha Salarial em todo o país e para discutir os próximos passos do movimento!

Saiba mais

Os bancários cruzaram os braços desde quinta-feira (19/09) e só retornam às atividades quando os patrões apresentarem uma proposta decente.

Os trabalhadores votaram pela paralisação depois que a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) se recusou a atender as principais reivindicações da categoria, tais como: reajuste de 22%, contratação de mais bancários, combate ao assédio moral, saúde, segurança, dentre outras.

Outro fator que fez os trabalhadores radicalizarem o movimento foi o reajuste de 6,1%. O índice é muito baixo, principalmente diante do lucro do setor, que beirou os R$30 bilhões somente no primeiro semestre deste ano.

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