
Categoria realizou ato público nesta quarta-feira (02/10), em frente ao Banco do Brasil da Deodoro, em São Luís.
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Em ato realizado nesta terça-feira (1º), em frente à agência do BNB, em São José de Ribamar, os bancários reafirmaram a continuidade da greve por tempo indeterminado.
Na ocasião, os trabalhadores cobraram dos patrões a retomada das negociações e uma proposta decente, que atenda as reivindicações da categoria.
Hoje, os bancários completaram 13 dias em greve. Ao todo, 11.016 unidades de bancos públicos e privados fecharam em 26 estados e no Distrito Federal. A greve já é considerada a maior dos últimos 20 anos.
No Maranhão, o índice de adesão à greve já chega a aproximadamente 90%. A tendência é que a paralisação continue se expandindo em todo o país.
Ato Público e Assembleia
Categoria realizou ato público, na manhã de quarta-feira (02/10) em frente à agência da Caixa Econômica da Praça João Lisboa, no Centro de São Luís.
O objetivo do ato era chamar a atenção dos patrões para as reivindicações da categoria e cobrar proposta decente, além de esclarecer a população sobre os motivos da greve.
No fim da tarde, os bancários voltam a se reunir às 17h, na sede do SEEB-MA, para avaliar a greve a nível nacional e para discutir meios de ampliar o movimento.
Convocação
O SEEB-MA convoca toda a categoria para participar da greve. Só uma grande mobilização será capaz de pressionar a classe patronal a atender as reivindicações dos bancários que visam, além do ganho econômico, condições dignas de trabalho para os bancários e de atendimento aos clientes e usuários dos bancos!
Saiba mais
Os bancários cruzaram os braços desde quinta-feira (19/09) e só retornam às atividades quando os patrões apresentarem uma proposta decente.
Os trabalhadores votaram pela paralisação depois que a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) se recusou a atender as principais reivindicações da categoria, tais como: reajuste de 22%, contratação de mais bancários, combate ao assédio moral, saúde, segurança, dentre outras.
Outro fator que fez os trabalhadores radicalizarem o movimento foi o reajuste de 6,1%, que mal repõe a inflação e representa um aumento pífio de menos de 1%. O índice é muito baixo, principalmente diante do lucro do setor, que beirou os R$30 bilhões somente no primeiro semestre deste ano.
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