
A Caixa Econômica Federal oferece reajuste salarial de 6,1% para os empregados em geral, mas para os altos gestores (do superintendente nacional para cima) concede reajustes de, em média, 34%. É o que afirma a Comissão Executiva dos Empregados da Caixa.
De acordo com a comissão, o "realinhamento salarial" vem a título de reconhecimento pelo aumento do lucro líquido, pela triplicação do crédito, pelo um milhão de concessões do Minha Casa Minha Vida, etc.
Esse "realinhamento salarial" já foi autorizado pelo DEST (Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais), do Ministério do Planejamento, mas até o momento a pelegada da Contraf/CUT/PT se mantém calada sobre o absurdo.
Os empregados da Caixa acumulam perdas salariais da ordem de 80% desde o lançamento do Plano Real e reivindicam sua reposição. Para o movimento sindical, essa é a hora de lutarem por um reajuste semelhante ao do alto escalão, dos mesmos 34%. Por que a discriminação?
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