
O resultado do esforço diário realizado pelo bancário nas agências tem refletido cada vez menos no bolso.
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O resultado do esforço diário realizado pelo bancário nas agências tem refletido cada vez menos no bolso. A remuneração cresce pouco, apesar do alto lucro das organizações financeiras. No entanto, para o alto escalão a situação é bem diferente.
Entre 1999 e 2005, 50% dos lucros dos bancos eram destinados para o pagamento dos trabalhadores, 25,9% distribuído entre os acionistas e 24% ficava com o governo. A partir de 2005, o quadro mudou. O governo manteve os 24%, mas os acionistas já abocanham quase 40% dos ganhos. Para os funcionários restam apenas 37%.
Os seis maiores bancos em atividade no país (BB, Bradesco, Caixa, HSBC, Itaú e Santander) viram o lucro líquido crescer 19,4% entre o primeiro semestre de 2013 e de 2012. A receita com tarifas aumentou 13,6% e o número de contas correntes cresceu 6,9%.
No mesmo período, houve queda de 5% no número de trabalhadores por agências. Os índices revelam que o trabalho duplicou, mas os salários, não. Por isso, a pauta de reivindicações dos bancários de empresas públicas e privadas tem itens importantes, como contratação, redução das tarifas e dos juros, fim das metas e do assédio moral e aumento real dos salários.
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