
Nem mesmo o lucro líquido ajustado de R$ 9,003 bilhões nos nove primeiros meses de 2013 foi capaz de impedir o Bradesco de cortar 1.975 empregos no mesmo período. A atitude é totalmente contraditória e vai na contramão da economia brasileira, que gerou 1.323.461 postos de trabalho.
Em setembro, o total de empregados da Holding era de 101.410. Foram 2.690 vagas fechadas em relação ao mesmo mês do ano passado, recuo de 2,6% no quadro de funcionários.
No terceiro trimestre do ano, o lucro líquido do Bradesco também foi alto (R$ 3,082 bilhões). O retorno sobre o patrimônio líquido médio foi de 18,4%. Em 12 meses, a carteira de crédito expandida avançou 11% e chegou a R$ 412,6 bilhões (2,5% no trimestre). Aumento também nas operações com pessoas físicas (10,9%, chegando a R$ 127,1 bilhões.
As operações com pessoas jurídicas somaram R$ 285,5 bilhões, elevação de 11%. O índice de inadimplência superior a 90 dias ficou em 3,6%, redução de 0,5% em relação ao terceiro trimestre de 2012 e 0,1% no trimestre deste ano.
Com a segunda queda consecutiva nas taxas de inadimplência, as despesas com PDD (Provisão par Devedores Duvidosos) totalizaram R$ 10,3 bilhões, queda de 1,5% em relação a setembro de 2012 (-9,6% no trimestre). Os dados mostram que a valorização do trabalhador está em último lugar para o Bradesco.
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