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PLANTÃO / BANCO DO BRASIL

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SP: bancários realizam novas paralisação contra ameaça de compensação de horas

28/10/2013 às 15:35
MNOB/CSP-Conlutas
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Na última quinta-feira (24/10), dois grandes prédios do BB no centro de SP, onde trabalham, no total, mais de 2.500 pessoas (Complexo São João e Crédito Imobiliário) ficaram fechados até o meio dia! Foi uma resposta às ameaças do BB contra os colegas que garantiram conquistas para todos com a greve.

A paralisação já teve resultados importantes: a administração de setores como o CENOP Imobiliário e CENOP Serviços não fizeram mais anotações no ponto dos colegas que não estão compensando as horas da greve e, em muitos casos, retiraram as anotações já feitas. Isso demonstra que, quando damos uma resposta coletivamente, podemos derrotar os mecanismo de assédio implementados pelo BB.

Nossa unidade agora tem que ser para não compensar as horas da greve e derrotar esse mecanismo que o BB utiliza para punir e desmoralizar quem fez greve, com o objetivo de diminuir a adesão ao movimento nos anos seguintes.

O BB afirma que nós estaríamos descumprindo o acordo coletivo. Em primeiro lugar, quem descumpre sistematicamente os acordos coletivos da categoria é a própria direção do BB: burlou várias vezes a cláusula que prevê a necessidade de três avaliações negativas consecutivas para descomissionar colegas, ficou anos sem cumprir a cláusula do plano odontológico e agora ameaça e assedia o funcionalismo pela compensação de horas, sem que haja qualquer previsão na lei ou no acordo que permita ao banco ter essa conduta.
 
A CLT é clara: não pode haver prorrogação de jornada sem acordo com os funcionários:
“Art. 59  – A duração normal do trabalho poderá ser acrescida de horas suplementares, em número não excedente de 2 (duas), mediante acordo escrito entre empregador e empregado, ou mediante contrato coletivo de trabalho.”

O próprio Aditivo à convenção de Trabalho afirma na CLÁUSULA SÉTIMA: REPOSIÇÃO DE HORAS NÃO TRABALHADAS. 

“As horas não trabalhadas poderão ser compensadas, a critério do funcionário, observada a conveniência do serviço, como horas adicionais à jornada regular, na  proporção de 1 hora não trabalhada para cada hora adicional prestada."

Não há qualquer afirmação no acordo no sentido de que esta cláusula não pode ser aplicada às horas não trabalhadas durante a greve.

Neste momento, é muito importante que cada colega compreenda seu papel em resistir ao assédio e às ameaças do BB. Em nosso cotidiano dentro do banco, temos aprendido a duras penas que, quanto mais abaixamos a cabeça e aceitamos as imposições do banco, mais aumentam o desrespeito, o assédio e as ameaças. Não podemos aceitar esta punição por termos exercido um direito nosso. Resistir é não compensar! Se necessário, faremos novas paralisações, até que a pressão pela compensação acabe de uma vez por todas!
 
Foi só o começo da nossa reação!
Quem lutou por todos não merece ser punido!

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