
Nesta segunda-feira (29/10), dois fatos fortaleceram a luta contra a compensação das horas da greve.
Em primeiro lugar, o Sindicato fechou até o meio dia o prédio do BB da Av. Paulista, onde estão localizadas as diretorias do banco com sede em SP, SUPER Varejo da Capital e o gabinete da Dilma e do Dida.
A paralisação do prédio teve uma grande repercussão em todo o Estado e mesmo no país.
Segundo informações, o banco mandou um correio aos administradores, onde deixa claro que a convocação dos funcionários para a compensação de 1 hora por dia não deve ser por escrito.
Isso demonstra que o banco não quer deixar rastros sobre o assédio que tem feito contra os grevistas. Também é uma arma do movimento sindical contra a compensação, porque todo ato da administração deve ser formal.
Quando o banco se recusa a formalizar a convocação dos funcionários, este ato é nulo. Além disso, deixa vários administradores em situação delicada porque já fizeram convocação por escrito para os funcionários.
Não podemos aceitar esta punição por termos exercido um direito nosso. Resistir é não compensar! Se necessário, serão realizadas novas paralisações, até que a pressão pela compensação acabe de uma vez por todas!
Foi só o começo da nossa reação! Quem lutou por todos não merece ser punido!
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