
O Itaú Unibanco foi condenado a reintegrar uma empregada lesionada e, ainda, pagar R$ 70 mil por danos morais. Os desembargadores do Tribunal Regional do Trabalho da Paraíba (TRT-PB) decidiram manter a sentença da primeira instância por constatar que o banco ocultou o real resultado do exame de saúde ao despedir a trabalhadora.
No dia da demissão, a bancária foi submetida a exame de saúde médico demissional e o médico ao ser chamado para depor confirmou que ela sofria de problemas no ombro, na coluna, fibromialgia e epicondilite.
Ainda no decorrer do processo, a reclamante declarou não ter sido encaminhada para obter o benefício previdenciário, mesmo se queixando da saúde.
O banco foi condenado a pagar indenização por danos morais no valor de R$ 70 mil. "...constatada a conduta irregular da instituição financeira, ao ocultar o resultado do exame demissional, causando à reclamante intenso constrangimento, bem como abalo à sua intimidade, honra e imagem", afirmou o relator do processo.
Além da indenização, a funcionária do Itaú terá de ser readmitida, independente do trânsito em julgado do processo, na mesma função que exercia.
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