
A partir do início do ano que vem, o Banco Central vai usar a internet para supervisionar cooperativas de crédito, bancos e corretoras pequenos e as empresas não bancárias de menor porte que venham a oferecer no mercado os novos instrumentos de pagamentos (como cartões pré-pagos, moedeiros eletrônicos e serviços de movimentação de recursos pelo celular).
Segundo Andréia Vargas, chefe do Departamento de Supervisão de conduta do BC, essa modalidade de supervisão terá como foco acompanhar o funcionamento das instituições que ficam em localidades remotas e de difícil acesso para os fiscais do BC. Segundo ela, será possível “fazer 200 fiscalização ao mesmo tempo”. Andréia explica que atualmente os fiscais do BC precisam se deslocar até a sede dessas instituições. Com a supervisão pela internet, a visita ocorrerá apenas nos casos em que as análises prévias identificarem algum problema.
A nova modalidade de supervisão atingirá, de início, cerca de 1.200 cooperativas de crédito e 700 instituições não bancárias como distribuidoras de títulos e valores mobiliários que já atuam no mercado. À medida que os novos instrumentos de pagamento forem desenvolvidos e oferecidos no mercado, o BC avaliará o porte das empresas envolvidas para definir quem se enquadrará também nessa modalidade de supervisão.
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