
Na semana passada, representantes dos financiários e da Fenacrefi -- entidade patronal -- iniciaram as primeiras discussões sobre a pauta de reivindicações dos trabalhadores do setor, que têm data-base em 1º de junho.
A questão da manutenção do emprego é uma das principais reivindicações, tendo em vista as inúmeras contratações de terceirizados, seja através dos correspondentes bancários ou outras formas de franquia. Os trabalhadores do segmento de crédito devem ser contratados como financiários e não como comerciários, promotores de vendas etc. Ao agir desta forma, as empresas de crédito precarizam o serviço, pagando salários menores aos empregados, e abrem caminho para fraudes, como a indução de clientes a tomarem empréstimos de forma irresponsável. É dessa maneira que estas instituições enriquecem cada dia mais.
À luta
Neste ano, os financiários lutarão por um reajuste salarial que reponha a inflação acumulada entre 1º de junho de 2010 e 31 de maio de 2011 (projetada em 7,27%, segundo o ICV/Dieese) e um aumento real de 5%. Também querem um modelo de PLR equivalente ao definido na Convenção Coletiva dos Bancários.
A criação de um acordo de combate ao assédio moral nos moldes do conquistado recentemente pelos bancários também está entre as reivindicações. A minuta de reivindicações está em fase de atualização para, após os debates e assembleias, ser entregue à Fenacrefi.
Financiário, participe da campanha salarial 2011.
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