
De acordo com a mais recente Pesquisa de Emprego Bancário -- realizada pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estudos Sócio-Econômicos) com base nos números do Caged (Cadastro Geral de Emprego e Desemprego) --, do começo do ano até o final de outubro o sistema financeiro nacional fechou 2.611 postos de trabalho.
Se a Caixa Econômica Federal, que contratou 4.676 trabalhadores, for excluída do cálculo, constata-se que os demais bancos fecharam 7.545 empregos. Até o BB, que em nove meses reduziu em 1.827 o número de funcionários, contribui com esse resultado escandaloso.
Além dos cortes, o sistema financeiro aplica furiosamente a política da rotatividade de mão de obra, mandando pro olho da rua os bancários com mais tempo de serviços prestados, e, portanto, com maiores salários, para colocar em seus lugares novos escriturários, que recebem o piso da categoria.
Para o Sindicato, a farra das demissões só terá fim quando o Brasil assinar a Convenção 158 da OIT, que coíbe dispensas imotivadas. Isso, infelizmente, parece longe de acontecer. Basta ver a força da aliança do PT com os banqueiros e grandes empresários.
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