
Negligência com a segurança é uma característica comuns aos bancos. O descuido, em alguns casos, tem resultados irreversíveis. Em todo o ano passado, 65 pessoas morreram em decorrência de assaltos. Foram 5,4 óbitos por mês, em média. O resultado representa aumento de 14,04% na comparação com 2012, quando foram 57 vítimas fatais.
São Paulo lidera com 17 mortes. Rio de Janeiro é o segundo colocado, com 11. A Bahia aparece em terceiro lugar, com 7. Em seguida, surgem Ceará (6), Minas Gerais (6) e Rio Grande do Sul (5). Minas foi o estado com a maior expansão (500%).
As saidinhas bancárias, como nos anos anteriores, são o principal motivo e provocaram 32 mortes (49%). Assalto a correspondentes bancários (22%) matou 14 inocentes. Já o assalto a agências (12%) tirou a vida de 8 pessoas. Óbitos também nos ataques a caixas eletrônicos (6), abastecimento de terminais (3) e assaltos a postos de atendimento (2).
As maiores vítimas foram os clientes, com 36 casos (55%). Os vigilantes (10), transeuntes (5) e policiais (7) também integram a lista. Dois bancários perderam as vidas, além de outras cinco pessoas, vítimas de balas perdidas em tiroteios.
Perfil
Quando se é observada a faixa etária, a idade entre 31 a 40 anos é a mais recorrente, com 16 mortes (25%). Os idosos com mais de 60 anos somam 14 registros (21%). As vítimas que tinham entre 41 e 50 anos totalizam 11 ocorrências (17%). Já o gênero das vítimas é liderado pelos homens (60), 92,3% das mortes. Também foram assassinadas cinco mulheres (7,7%). Os dados são do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).
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