
Ao invés de satisfação profissional, os empregados têm uma rotina diária de pressão. O BB é um dos campeões.
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O trabalho bancário se transformou num verdadeiro sofrimento. Ao invés de satisfação profissional, os empregados têm uma rotina diária de pressão, metas, assédio moral e desrespeito. O Banco do Brasil é um dos campeões.
A falta de organização da empresa se reflete na cobrança de metas e contribui para o estresse e adoecimento dos bancários. Uma pesquisa feita pelo INSS em 2009 mostra que 1.200 bancários são afastados por problemas de saúde todos os meses. Metade dos casos é de LER/Dort ou doenças psíquicas.
No BB, a definição das metas acontece por meio do Sinergia, um programa vinculado ao Acordo de Trabalho (ATB) das agências e, cujos resultados têm influência sobre a distribuição do Módulo Bônus da PLR (Participação nos Lucros e Resultados). E é a partir daí, que a pressão é iniciada.
Na cadeia da pressão, o banco define as metas para os superintendentes estaduais que repassam aos gerentes regionais. Estes, por sua vez, pressionam os gerentes gerais, que descarregam nos funcionários. O modelo em espiral não é adotado apenas pelo BB. Outros bancos também utilizam o método.
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