
Quinto maior banco privado do país, o Safra encerrou 2013 com lucro líquido de R$ 1,35 bilhão, valor 6,1% superior aos R$ 1,28 bilhão do ano anterior. A exemplo do que fizerem Itaú Unibanco e Bradesco, o Safra rearranjou sua carteira de créditos, concentrando os negócios em linhas de menor risco, o que ajudou a impulsionar os resultados.
Reflexo da nova estratégia para a concessão de financiamentos foi a melhoria no índice de inadimplência (medida pela fatia da carteira de crédito cujas prestações estão vencidas a mais de 90 dias), que atingiu 1,3%, ante 1,6% no final de junho de 2013 — o que coloca o banco entre as instituições com os menores índices de calote no país.
“Além disso, o Safra reforçou sua provisão adicional para devedores duvidosos em R$ 186,8 milhões, fazendo com que suas provisões de crédito cobrissem 2,3 vezes as operações vencidas há mais de 90 dias, mantendo sua estratégia conservadora”, informou o banco em comunicado.
No final de 2013, o total de ativos do banco somava R$ 131,6 bilhões, um aumento de 18,1% em relação ao final de 2012. Sua carteira de créditos, incluindo avais e fianças, avançou 15,2% no ano atingindo um saldo total de R$ 66 bilhões. O patrimônio líquido era de R$ 7,6 bilhões em dezembro, com rentabilidade (retorno sobre o patrimônio líquido) de 18,8% no ano.
O Banco Safra opera uma rede de 101 agências no país e 19 Postos de Atendimento (PABs) nas principais cidades do país.
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