
É incrível como os bancos continuam a mentir sobre a real história do Brasil. Basta uma olhada rápida na agenda 2014 do Itaú para comprovar. O dia 31 de março, por exemplo, registra o “aniversário da revolução de 1964”.
Mas, como todos sabem, não houve revolução alguma, e sim um golpe com a participação dos militares e alguns setores da sociedade civil, como os banqueiros. Alguns viraram até ministros durante a ditadura militar (1964-1985).
Outra mentira é com relação ao dia exato do golpe. A agenda reproduz a data da versão dos militares, 31 de março. No entanto, João Goulart foi destituído da presidência da República somente em 1º de abril, dia da mentira.
Para completar a série de inverdades que o Itaú insiste em tentar esconder está o caso de Vladimir Herzog. A agenda distribuída aos clientes marca o dia 25 de outubro como data do “suicídio” do jornalista. Mas, essa versão já foi desmentida há muito tempo, sendo substituída pela da tortura e assassinato por membros do Dói-Codi, onde o Vladimir estava preso durante a ditadura militar.
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