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PLANTÃO / SETOR BANCÁRIO

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Bancos lançam fundos atrelados a ações no exterior para pequeno investidor

21/02/2014 às 17:34
Uol Notícias
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De olho na recuperação da economia americana e na ótima perfomance das Bolsas por lá, grandes bancos estão lançando fundos de investimento que permitem a pequenos e médios investidores aplicarem em ações no exterior.

Antes restrito ao mercado private, no qual o investidor precisa ter investimentos acima de R$ 1 milhão, esses novos produtos permitem investimentos com quantias bem mais modestas. A partir de R$ 500 já é possível investir em fundos que podem destinar até 20% do patrimônio em ações no exterior.

Consultores dão dicas e apontam cuidados com investimentos desse tipo. Um investidor conservador pode não suportar a oscilação do produto, que além do próprio risco inerente ao ativo (ações), ainda terá de lidar com o risco da variação cambial.

Alguns fundos, porém, exigem que o investidor seja qualificado nos moldes da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O investidor qualificado é aquele que tem pelo menos R$ 300 mil em aplicações.

Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Citibank e Santander são bancos que oferecem essa opção. O Itaú não forneceu informações. O HSBC só atende clientes  clientes private (aplicações acima de R$ 1 milhão).

 Fundo teve rentabilidade de 45% em 2013

A rentabilidade de alguns destes fundos foi superior ao desempenho da Bovespa no ano passado, que amargou queda de 15,5% no ano passado. Um dos fundos oferecidos pelo Citibank, o WM American Equities, lançado em maio de 2013, teve rentabilidade positiva de 19,63%.

No Bradesco, o desempenho de um fundo ligado a BDRs (Brazilian Depositary Receipts, que são certificados de depósito de valores mobiliários emitidos no Brasil que representam valores mobiliários de emissão de companhias abertas com sede no exterior) foi ainda maior em 2013. Segundo o diretor de investimentos do banco, Marcos Daré, o fundo Fia BDR Nível 1 rendeu 45% em 2013.

Segundo Daré, o risco do fundo é o da variação cambial e a oscilação das ações. Em janeiro, o Bradesco lançou um fundo multimercado que procura seguir o desempenho do índice S&P 500, que reúne as 500 maiores empresas norte-americanas e no ano passado valorizou 29,6%.

O Santander também acaba de lançar dois fundos com parcela de aplicação no exterior: o FI Global Multimercado e FI Diversificação Global Van Gogh Multimercado. Os fundos têm como foco investir a parcela no exterior em fundos de ações dos Estados Unidos, Europa e Ásia.

Regra restringe participação do pequeno investidor no exterior

Segundo Aquiles Mosca, superintendente executivo da Santander Asset Management, o diferencial do fundo criado pelo Santander, é o compromisso de investir os 20% no exterior. "A legislação permite que os fundos possam investir até 20%, mas isso não significa que eles realmente invistam integralmente esse porcentual", afirma.

Para ele, a regulamentação no Brasil para o investidor de varejo ainda é muito arcaica, pois limita aos fundos multimercados aplicarem apenas até 20% no exterior. "Mas há perspectiva de mudança.".

Segundo a superintendente nacional de desenvolvimento de produtos para ativos de terceiros da Caixa Econômica Federal, Alenir de Oliveira Romanello, a vantagem da modalidade é que o investidor não precisa abrir conta em corretora ou banco no exterior.

"Em época de dólar em alta e desvalorização do real, o investimento no mercado estrangeiro foi uma boa fonte de retorno", diz a executiva.

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