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PLANTÃO / CAIXA ECONÔMICA

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CEF desrespeita acordo aditivo ao dificultar o pagamento de horas extras

26/02/2014 às 17:34
SEEB Bauru
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Em outubro do ano passado, encerrada a campanha salarial dos bancários, a Caixa Econômica Federal elaborou, com a ajuda dos pelegos da Contraf/CUT, o seu próprio acordo aditivo à CCT. Nesse acordo, comprometeu-se a pagar "100% das horas extras realizadas em agências com até 15 empregados, facultando ao empregado optar pela compensação" (Cláusula 6ª, Parágrafo Sexto).

Os cutistas, sempre prontos a aplaudir e a comemorar qualquer migalha lançada pelos patrões ? especialmente quando o patrão é o PT ?, cantaram como grande vitória esse compromisso que, na verdade, não passa de uma obrigação de um banco que é 100% público.

Trata-se, certamente, de um compromisso fácil de ser cumprido, uma vez que os lucros da Caixa são astronômicos e só vêm crescendo ano após ano. Ocorre que, na prática, o banco está criando dificuldades para pagar as horas extras.

No mês de janeiro, que foi quando começou a valer o compromisso, a Caixa reduziu drasticamente a dotação de horas extras de agências com até 15 empregados. O Sindicato constatou a manobra em pelo menos duas delas.

O valor da dotação chegou a cair 10 vezes. Assim, na hora de pagar o empregado, o banco alega que falta dinheiro. Isso é que é cara de pau!

Mesquinharia

A Caixa ainda não divulgou o balanço de 2013, mas sabe-se que teve lucro recorde no ano de 2012, de R$ 6,1 bilhões. É verdade que esse lucro foi inflado artificialmente, por meio de uma manobra ilegal que gerou muita polêmica quando foi denunciada pela revista IstoÉ, no mês passado: o banco contabilizou como dinheiro próprio as poupanças de mais de 525 mil pessoas ? a soma dos valores foi de R$ 719 milhões, mas, no fim das contas, descontados os impostos, representaram R$ 420 milhões no resultado final.

Terá de "devolver" esse dinheiro no balanço de 2013, mas, mesmo assim, um lucro que deve ficar na casa dos R$ 6 bilhões não é pouco a ponto de causar entraves ao pagamento das horas extras.

O Sindicato vai tomar todas as medidas necessárias para garantir o respeito a esse direito dos trabalhadores, principalmente agora que a Caixa terá de pagar horas extras também aos coordenadores, supervisores e gerentes intermediários.

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