
Policiais militares decidiram pela deflagração de greve geral no Estado, após a assembleia realizada na noite desta quarta-feira (26), na sede da Federação dos Trabalhadores da Indústria do Estado do Maranhão (Fatiema). Os militares que aderiram à greve estão aquartelados no estacionamento da Câmara Municipal de São Luís
A principal reivindicação dos militares é o reajuste salarial. O governo do Estado concedeu um aumento de 7%, mas os servidores querem reajuste de 18%.
Além do aumento salarial, é reivindicado o adicional noturno, adicional por periculosidade, melhor jornada de trabalho, regularização do processo de nomeação dos recém-formados que trabalham sem nomeação, manutenção das viaturas, além da substituição dos coletes balísticos e das munições, que estão sendo usados com validade vencida.
O movimento estaria sendo liderado pelo Coronel Melo, que recentemente foi exonerado do Comando do Policiamento do Interior. No interior, policiais de Imperatriz, Timon, Caxias, Bacabal, Matões, Parnarama também aderiram ao movimento e já paralisaram. Existe a possibilidade da retirada de policiais militares do Complexo Penitenciário de Pedrinhas.
Para o comandante geral da Polícia Militar, Coronel Zanoni Porto, não existe uma greve geral, e sim uma revolta de alguns militares insatisfeitos. Ele informou ainda que o movimento está sendo monitorado.
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