
Alguns dos principais motivos para o aumento da rotatividade é a ausência de lei que dificulte a demissão imotivada, a falta de investimento e qualificação dos empregados e a substituição de trabalhadores mais antigos, como forma de reduzir o custo do trabalho. A informação é do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), em parceria com o MTE (Ministério do Trabalho e Emprego).
De acordo com o estudo, um terço dos vínculos de emprego existentes no país costumam ser rompidos por iniciativa do empregador, o que possibilita o acesso ao seguro-desemprego. O percentual não leva em conta as substituições que não caracterizam motivos para requerer o seguro, como falecimento, aposentadoria e desligamento a pedido do trabalhador.
As principais consequências da rotatividade para o trabalhador são a não elevação do nível de qualificação e a precarização do emprego. Já para o setor público é o aumento das despesas com o seguro-desemprego. Segundo o MTE, em 2013 foram gastos cerca de R$ 30 bilhões.
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